sábado, 25 de abril de 2009

Homenagem Mário Quintana

Quintana das minhas noites frias, vazias de gente, de amor,
Quintana meu companheiro platônico de tuas poesias que agora..... passarinho.
Quintana de conversas que, infindáveis, não se acabavam ao final da poesia.. nelas eu refletia, continuava, talvez juntos, nós dois.
Quintada que não deixou letras escorridas, nem as quis caleidoscópio, deixou ensinamento, reflexão, muito de si para quem quisesse dispor.
Deixou tua alma, viva e eterna, nos versos que ainda leio, releio..
Tu és ainda companheiro,
O tempo não te levaste, nem o relógio que só sabe da morte.

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