Hoje confusa, penso em minha adorada mãe..
Vejo-a em mim..está viva.
Repito seus gestos, seu zêlo, sua abnegação sem fim.
Não tenho a voz macia, suave a dizer "filha"..mas o faço também, sempre..tal qual.
Quão doce é ter nascido de ti, sem jamais ter saído de teu ventre...
Ainda hoje lá me sinto, protegida, alimentada, amada, desejada.
Quão doce é ainda sentir os meus, também, em meu ventre..nascidos, crescidos, mas protegidos no conforto de mim.
A vida é eterna não se acaba no fim.. mas enfim....
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